Eu diria: Que é Tão triste quanto a dor de te ver partir, passar chorando por lugares em que passavamos sorrindo.
É tão estranho posso passar milhares de vezes por estes lugares, mas as vezes quando passo sozinha me lembro desta tua frase, Então me lembro de algum dia que por ali passamos, de alguma conversa. Sempre dou um sorriso, quem passa por mim deve me achar meio louca, então me dou conta que não estás ali comigo, então uma lágrima escorre de um dos meus olhos. Só então me dou conta da época do ano, do mês do dia.
Esse ano isso aconteceu dia 10, 3 dias antes do seu aniversário. Hoje você estaria fazendo 27 anos. Sempre pensamos como seria,o que você pensaria das coisas que fazemos, se gostaria do mundo como ele está.
Minha anjinha sei que estás com Deus, e sei que continuo sentindo a mesma saudade de 9 anos atrás.
Anjynhax
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sábado, 12 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Onde você coloca o sal?
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o mestre.
- Não. - disse o jovem.
O mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- a dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de ser copo para tornar-se um lago.
*somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos.
O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o mestre.
- Não. - disse o jovem.
O mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- a dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de ser copo para tornar-se um lago.
*somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos.
domingo, 3 de janeiro de 2010
My Sister's Keeper
Minha irmã morreu naquela noite
Eu gostaria de dizer que ela se recuperou por milagre, mas não ela só parou de respirar.
Eu também gostaria de dizer que algum bem resultou disso que através da morte dela todos nós continuaríamos vivos, ou que a vida dela teve significado especial que eles deram o nome dela a uma parque ou a uma rua ou que a suprema corte mudou a lei por causa dela, mas nada disso aconteceu. Ela só se foi, virou um pedaço do Céu azul e nós temos que continuar...
A vida é diferente agora, muita coisa mudou nos ultimos anos... Eu nunca vou entender porque ela morreu e todos nós continuamos vivos. Não há explicação eu acho, a morte é só a morte. Ninguém entende mesmo...
...salvar minha irma e no final eu não consegui, agora eu sei que a questão não era essa, a questão é que eu tive uma irmã. Ela era fantastica um dia eu sei que vou ve-la outra vez, mas até lá nossa relação continua
Como Pode? Tirando a parte que ela diz que achava que tinha nascido para salvar a irmã, ou quando ela cita o Nome da Kate. Traduz tudo que senti e coisas que sinto até hoje em relação a Paola.
Quem Sou?
Da Sonia sou a Filha.
Do mano e da Mariana sou a Irmã.
Do Gu a Tiinha, do Lillo a Kacaen e da Lari a Tataen.
A Neta da Elcy, afilhada da Tania e a Sobrinha da Norma.
A Dinda da Jullia, a Prima do Lucas e do Chico.
Do mano e da Mariana sou a Irmã.
Do Gu a Tiinha, do Lillo a Kacaen e da Lari a Tataen.
A Neta da Elcy, afilhada da Tania e a Sobrinha da Norma.
A Dinda da Jullia, a Prima do Lucas e do Chico.
A cunhada da Pati e do Rafa
De muitos a tia Karen de alguns fui a Professora e de Outros a Amiga ou apenas a Karen.
Mas sabe entre tantos Nomes e "titulos" queria ser apenas o Amor de um certo Alguém.
De muitos a tia Karen de alguns fui a Professora e de Outros a Amiga ou apenas a Karen.
Mas sabe entre tantos Nomes e "titulos" queria ser apenas o Amor de um certo Alguém.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Preguiça
Será que depois de Adulta fiquei preguiçosa? Hoje lembrei de uma coleção de livros que meu irmão tinha da Jane Carruth,. Eu era pequena e ADORAVA esses livros, hoje eu leio cada dia menos, menos e menos...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sentir
Sou péssima com títulos
Eu sou uma pessoa que quase sempre quando decide fazer algo vou lá e faz, mesmo que tenha alguém dizendo que não vai dar certo.
Nunca precisei de apoio ou de criticas, sei que isso é importante, mas minha mãe nunca precisou ficar fazendo cobranças nem nada do tipo, apenas saber que ela sempre estaria ali se eu precisasse já bastava.
Tenho percebido isso mais seguido ultimamente, algumas pessoas querem que nunca estiveram ao meu lado, que não sabem as "lutas" que enfrento cada dia deram agora para fazer criticas, estranho mostrar interesse pelo que fazemos não querem agora criticar isso sabem...
Muitas vezes nem precisa estar ali oferecendo ajuda ou algo assim, mas apenas sabemos quem realmente está do nosso lado, e quem não nos dá a mínima, e a partir de agora só vou me importar com quem realmente se importa comigo
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Tudo tem mesmo que ter uma razão?
Outro dia tu me perguntou porque te amo, não soube responder.
Seria fácil dizer que é por que gosto dos teus olhos, mas estaria mentindo pois nunca te olhei dentro dos olhos. Poderia ter dito que é porque tu é uma pessoa encantadora, mesmo assim soaria falso.
Na verdade qualquer coisa que eu diga vai nos levar a alguém que eu idealizei, quero que tu me surpreenda e seja muito melhor do que eu possa querer.
Me sinto segura mesmo quando você se afasta e diz ser pelo meu bem. Quando te conheci tive a impressão que tu eras de uma maneira, hoje te vejo de outro jeito, gosto mais de agora me parece mais real. Não sou boa para descrever sentimentos, então fica e é complicado dizer como te vejo. algumas vezes penso que és estudioso e responsável, em outros momentos um pouco "esquentadinho?!".
Não me veja como uma "santinha" tudo bem que não sirvo para depravada...
Mas tenha certeza que posso ser bem diferente do que aparento, ou da pessoa que idealizastes...
sábado, 18 de julho de 2009
Quatro amigas e um jeans viajante...
Nada no mundo pode separá-las.
Tibby, Carmen, Bridget e Lena são amigas de verdade. Companheiras, cúmplices, confidentes. E a amizade delas, ao que tudo indica, não é pura coincidência. Pode ter acontecido antes mesmo de nascerem, afinal vieram ao mundo em um intervalo de dezessete dias de diferença entre uma e outra. Não é mesmo muita coincidência?
Pela primeira vez, porém, as quatro adolescentes iriam passar o verão separadas. Carmen visitaria o pai na Carolina do Norte. Lena e a irmã ficariam duas semanas na Grécia com os avós. Bridget iria para uma colônia de férias. Tibby tinha escolhido ficar em casa mesmo e começar a trabalhar em uma farmácia. Definitivamente, este seria o verão mais longo de suas vidas.
As quatro decidiram, então, fazer um pacto, ou inventar um código, um elo que as unisse enquanto estivessem viajando. E encontraram a solução num velho jeans comprado no brechó, surrado e desbotado. Aquelas calças que eram tudibom, transformaram-se num símbolo de amizade e passaram a pertencer às amigas igualmente. Surgia, assim, a Irmandade das Calças Viajantes, com direito a cerimônia secreta, juramento e dez mandamentos básicos para o uso do jeans.
Como as Calças, cada leitor será convidado a viver etapas determinantes, momentos intensos, grandes provas, problemas, decepções, emoções, sofrimentos, descobertas, revelações, lado a lado com Tibby, Carmem, Bridget e Lena. As narrativas das quatro protagonistas se entrelaçam para descrever um verão depois do qual tudo será diferente.
A Irmandade das Calças Viajantes é o primeiro título da série Calças Viajantes. A autora Ann Brashares acredita que a principal mensagem de seu livro é: ame a si mesmo e a seus amigos incondicionalmente. A história continua em O segundo verão da irmandade.
Sabe aqueles filmes que você assiste e dá vontade de ver mais... aconteceu isso ao ver esse filme...
nesse link fala um pouco sobre os livros...
http://ebooksgratis.com.br/tag/a-irmandade-das-calcas-viajantes/
Tibby, Carmen, Bridget e Lena são amigas de verdade. Companheiras, cúmplices, confidentes. E a amizade delas, ao que tudo indica, não é pura coincidência. Pode ter acontecido antes mesmo de nascerem, afinal vieram ao mundo em um intervalo de dezessete dias de diferença entre uma e outra. Não é mesmo muita coincidência?
Pela primeira vez, porém, as quatro adolescentes iriam passar o verão separadas. Carmen visitaria o pai na Carolina do Norte. Lena e a irmã ficariam duas semanas na Grécia com os avós. Bridget iria para uma colônia de férias. Tibby tinha escolhido ficar em casa mesmo e começar a trabalhar em uma farmácia. Definitivamente, este seria o verão mais longo de suas vidas.
As quatro decidiram, então, fazer um pacto, ou inventar um código, um elo que as unisse enquanto estivessem viajando. E encontraram a solução num velho jeans comprado no brechó, surrado e desbotado. Aquelas calças que eram tudibom, transformaram-se num símbolo de amizade e passaram a pertencer às amigas igualmente. Surgia, assim, a Irmandade das Calças Viajantes, com direito a cerimônia secreta, juramento e dez mandamentos básicos para o uso do jeans.
Como as Calças, cada leitor será convidado a viver etapas determinantes, momentos intensos, grandes provas, problemas, decepções, emoções, sofrimentos, descobertas, revelações, lado a lado com Tibby, Carmem, Bridget e Lena. As narrativas das quatro protagonistas se entrelaçam para descrever um verão depois do qual tudo será diferente.
A Irmandade das Calças Viajantes é o primeiro título da série Calças Viajantes. A autora Ann Brashares acredita que a principal mensagem de seu livro é: ame a si mesmo e a seus amigos incondicionalmente. A história continua em O segundo verão da irmandade.
Sabe aqueles filmes que você assiste e dá vontade de ver mais... aconteceu isso ao ver esse filme...
nesse link fala um pouco sobre os livros...
http://ebooksgratis.com.br/tag/a-irmandade-das-calcas-viajantes/
quarta-feira, 24 de junho de 2009
O amor acaba - Paulo Mendes Campos
"O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; ás vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia;; no andar diferente da irã dentro de casa o amor pode acabar;na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor podae acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de tres goles mornos de gim à beira da piscina, no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias; mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores, em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de dilicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desepero; nos roteiros do tédio para o tédio,na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conuugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve, em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diameante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados, e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo, na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; em qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba."
quinta-feira, 12 de março de 2009
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